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Além de celulose e energia, Irani foca na produção de resina de Pinus no RS

Com quase 40 mil hectares de terras, sendo 82,7% no Meio Oeste Catarinense e 17,3% no Litoral Médio e Norte do Rio Grande do Sul, as unidades florestais da Irani têm como principal objetivo suprir a demanda de madeira para a produção de celulose e energia nas fábricas de papel e embalagem de Santa Catarina, e a demanda de resina para a produção de breu e terebintina no Rio Grande do Sul, além de comercializar madeira no mercado regional.

No Rio Grande do Sul, a base florestal da empresa é de 5.850 hectares, dos quais quase 4 mil hectares são de Pinus elliottii, principal gênero utilizado na produção de resina.

A média de resina coletada nas florestas da Irani na safra 2018-2019 foi de 2,860 kg por árvore. Existem registros no Rio Grande do Sul de até 6kg de resina produzida por uma árvore/ano. A produção pode variar de acordo com o material genético, sítio e espaçamento entre as árvores.

A resina tem dois principais componentes: o breu e a terebintina. A terebintina tem aplicações diversas no campo químico e farmacêutico, sendo utilizada como solvente de tintas e vernizes, cânfora sintética, perfumes, produtos fármacos, etc. Outros usos incluem sua composição em fungicidas, bactericidas e germicidas. O breu possui propriedade aderente que permite a sua utilização na fabricação de colas para papel, vernizes e tintas, borracha e adesivos, ceras depilatórias, revestimentos, sabões e detergentes. De acordo com o Relatório 2020 da Associação Gaúcha das Empresas Florestais (Ageflor), o Brasil produziu 121 mil toneladas de resina em 2019. O Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor do país, atrás apenas de São Paulo, e vem aumentando sua produção ano a ano. Em 2017 o estado produziu 47 mil toneladas do produto, número que subiu para 50 mil toneladas em 2018 e 56 mil toneladas em 2019.

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